sábado, 10 de dezembro de 2016

PETRÓPOLIS - UM DIA COM A FAMÍLIA.


PETRÓPOLIS - UM DIA COM A FAMÍLIA.


Hoje, o nosso post tem um gostinho todo especial.
Vamos deixar um roteiro completinho para UM DIA em Petrópolis, a Cidade Imperial.
Para Fliess, Petrópolis sempre foi seu destino de férias quando criança. Sua família paterna, Os Fliess, foi uma das famílias de colonos germânicos a irem trabalhar nas fazendas de Petrópolis na primeira metade do século 19. Coincidentemente, o avô paterno de Rossini também nasceu e foi criado na cidade.

A diferença deste post pros demais é que este passeio não foi de casal. Desta vez, a molecada estava conosco! Pra quem não sabe, a família aqui é grande: são três garotões! Um de 19 (filho da Fliess), um de 12 e outro de 18 (filhos de Rossini).
As dicas serão de um passeio basicamente familiar.


Vamos começar, então!

Como chegar a Petrópolis sem ser de carro?!
Se você mora na Barra da Tijuca (ou próximo), temos ônibus da ÚNICA/FÁCIL saindo do Terminal Alvorada. A passagem de ida e volta sai por aproximadamente R$ 47,00.
Você pode checar os horários e comprar as passagens no site da empresa:
http://www.unica-facil.com.br/

Há ônibus também saindo da Rodoviária Novo Rio e da Rodoviária de Campo Grande (se não estamos enganados…). Os ônibus nos deixam em Petrópolis, na Rodoviária do Bingen. De lá, é preciso pegar um ônibus comum (R$ 3,50) que nos deixará bem no centro histórico da cidade, próximo à Avenida do Imperador.
* Saia cedo do Rio para aproveitar bem o dia. Saímos daqui no ônibus de 07:45.

Café da manhã.
Galerinha chegou em Petrópolis esfomeada. Escolhemos uma daquelas padarias/confeitarias do centro e tomamos um gostoso café da manhã. De barriga forrada, foi só partir para a nossa primeira atração.
Deu pra fazer tudo a pé. Vá com um tênis/sapato confortável.

Museu de Cera de Petrópolis
O Museu de Cera fica no centro histórico, à Rua Barão do Amazonas, 35 - próximo à Universidade Católica de Petrópolis e à Casa de Santos Dumont. Importante: Não abre às segundas feiras. Os ingressos custam R$32,00 (inteira) e R$16,00 (meia).
O museu conta com um acervo pequeno, vinte esculturas aproximadamente. Em meia hora, dá pra ver tudo. Por este motivo, acreditamos que os tickets podiam ser, de  repente, um pouco mais em conta. Porém, não dá pra negar que as obras são muito bem feitas! A produção é de estúdios internacionais. As que mais gostamos foram a do Papa João Paulo II, a do ET e a do Jack Sparrow.
Maiores informações no site do MC:





A Encantada - Casa de Santos Dumont
Saindo do Museu de Cera, a casa de Santos Dumont fica ali bem próximo,  à direita. Não tem mistério! É possível ver também o bonito relógio de flores de frente pra PUC. A Casa fica no alto. É pequena mas revela muito sobre a personalidade do inventor: um pequeno grande homem de ideias maiores ainda! Uma decoração minimalista e prática. Um pequeno museu onde podemos conhecer mais a fundo detalhes sobre a vida e as descobertas de Santos Dumont. Em uma sala à parte, fomos convidados a assistir a um vídeo super criativo e informativo, onde “Santos Dumont” bate um papo com a galera e nos conta coisas que eu nem imaginava sobre ele!!! Vale super a pena assistir!
Também não abre às segundas-feiras. 
Entradas custam R$8,00 (inteira) e R$4,00 (meia).




Catedral de Petrópolis
A Catedral de São Pedro de Alcântara é deslumbrante, tanto a sua parte externa como o seu interior. Vale a pena conhecer! Levou anos para ser construída por completo. Possui um estilo neogótico que chama atenção de seus visitantes. Ao entrar, do lado direito, encontramos um belíssimo mausoléu onde estão sepultados Dom Pedro II, sua esposa Dona Teresa Cristina, a princesa Isabel e o marido. Os vitrais da igreja ajudam a compor toda aquela beleza arquitetônica e retratam imagens de Cristo, dos Santos e da Sagrada Família. As estações da Via Sacra são feitas em gesso patinado e há também uma imagem de São Pedro de Alcântara, padroeiro da cidade de Petrópolis, esculpida em mármore de Carrara. Entrada franca.








Museu Imperial
O Museu Imperial, antigo palácio de verão de Dom Pedro II, também fica no centro histórico de Petrópolis, à Rua da Imperatriz, 220. Você pode conhecer apenas os jardins, o que já vale bastante pois é muito bonito e tem diversas espécies de plantas e árvores. A visita aos jardins é de graça.
Mas para entrar no museu, tem que pagar R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). Estudantes precisam apresentar a carteirinha da escola / universidade para adquirir meia entrada, não basta apenas a carteira de identidade provando que é menor de 21. Professores também pagam meia.
Não é permitido entrar com bolsas e mochilas. Há um guarda volumes para você deixar seus pertences com segurança. Não é permitido fotografar de jeito algum! Contudo, Rossini -  na clandestinidade desavergonhada - conseguiu umas três fotos para compartilhar aqui em O Blog de Nós 2.
Visitantes precisam calçar pantufas para caminharem dentro do museu. No início, as crianças acham o máximo, mas logo enjoam… Afinal, aquele “arrasta pé“ começa a cansar.
O museu tem dois andares e possui um acervo interessante e bem conservado,  ligado ao período monárquico no Brasil. São pinturas, esculturas, mobiliário, joias, trajes majestosos, objetos pessoais dos monarcas, instrumentos musicais, entre outras coisas. Há também uma sala com objetos relacionados à escravatura. Temos que confessar que nos entristece ver aquilo e recordar a dor da escravidão do povo negro…
O Museu não abre às segundas-feiras.





Palácio de Cristal
Endereço: R. Alfredo Pachá, s/n. Entrada franca. Não abre às segundas-feiras
Fliess conta que quando era criança, ouvia sua avó contar que ia a bailes maravilhosos no Palácio de Cristal. Ela sempre imaginou um lugar magnífico como num conto de fadas. Imaginem só!!! UM palácio feito de cristal!!! No entanto, Fliess até hoje relembra a sua frustração ao conhecer o lugar… Rsrsrsrsrsrs… Uma construção feita de uma estrutura em ferro e vidros -  algo que passava longe do que havia projetado em seu fantasioso imaginário infantil. Mas enfim…
Durante suas frequentes idas à cidade, Fliess pode encontrar o Palácio de Cristal de diversas maneiras: às vezes precisando de ‘reforma pra ontem’, outras vezes, sendo reformado, ou já reformadinho!
Desta vez, encontramos o Palácio se preparando para sediar um evento neste fim de semana (9,10 e 11 de dezembro), a DEGUSTE NATAL: muita cerveja artesanal de Petrópolis, entre outras.. Food trucks, doces, sorvetes, café, espaço kids e uma oficina de bateria!!! Vai rolar show de rock, blues e uma oficina de bateria e orquestra de bateria com 70 integrantes. Uma pena que não pudemos ficar… Apesar das frustrações de Fliess em relação ao local, é um ponto turístico que não pode ser deixado de lado! Não se pode negar!


Cervejaria Bohemia
E pra terminar o dia, antes de descer pro Rio, a dica é visitar a cervejaria Bohemia -  que fica bem pertinho do Palácio de Cristal. Rola um tour interativo para você conhecer melhor todo o processo de criação da cerveja. Há um bar e restaurante lá também. Se estiver com o tempo apertado como estávamos, pare pelo menos, para dar uma relaxada e tomar uma gelada
Se beber, não dirija. (Ainda bem que estávamos de busão...).
Ah! Não abre às segundas-feiras.
Saiba mais no site:



Onde almoçamos?
Galera, há vários lugares para almoçar ou jantar em Petrópolis. Pesquisem! Desta vez, fomos a um lugar que não gostamos! Por isso, não vamos deixar dicas. Ok?! 

MORAL DA HISTÓRIA

1 -  Não visitem Petrópolis às segundas-feiras.
Nada parece funcionar neste dia.

2 -  Turistas são muito bem tratados em Petrópolis.
Aproveite a boa hospitalidade e a educação do povo.

3 -  Em Petrópolis, quando faz frio, é friaca mesmo!
Consulte sempre a previsão do tempo antes de ir
e vá preparado para o clima da atual estação.

4 -  No fim do dia, é costume vermos o "ruço". Não se assustem!
É uma neblina intensa que parece engolir a cidade... Mas passa!

5 -  Há muitas outras coisas para se fazer em Petrópolis.  Como visitar o Quitandinha, o Trono de Fátima, a Casa da Ipiranga (Casa dos Sete erros), entre outras coisas...
Esse roteiro aqui é só um "pontapé inicial". 

* PROGRAME-SE E DIVIRTA-SE! *

  
Esperamos que tenham gostado das dicas.
Até a próxima postagem...
Beijos de Fliess & Rossini!

PRÓXIMOS POSTS: ESTADOS UNIDOS.
NÃO PERCAM!

sábado, 10 de setembro de 2016

COLONIA DEL SACRAMENTO ~ O QUE FAZER EM UM DIA?


Como prometido, aqui está o nosso post sobre Colonia del Sacramento com dicas para UM dia inteirinho nesta cidadezinha show de bola no Uruguai! Como estávamos em Buenos Aires, resolvemos fazer um “bate e volta”. Não vimos necessidade de dormir em Colonia. Um dia é suficientemente perfeito! Porém, se decidirem ficar, não faltarão albergues e hotéis.
A pequena e graciosa Colonia del Sacramento merece ser visitada num dia bonito de sol, quando as cores da cidade ficam ainda mais realçadas. Por isso, não recomendamos sair comprando passagens com muita antecedência.

Como chegar à Colônia de Sacramento partindo de Buenos Aires?
Não tem mistério! Há uma barca que parte de Puerto Madero para Colonia. A companhia que escolhemos foi a SeaCat, que parece ser uma subsidiária da Buquebus, mas que oferece o melhor custo benefício. Tentamos várias vezes comprar os tickets pelo site da Seacat, sem sucesso! Diziam que não aceitavam cartões de outras nacionalidades, mesmo sendo um cartão de crédito internacional.  Resolvemos, então, comprar os tickets no dia anterior na própria agência da SeaCat em Buenos Aires, que fica na Córdoba 772 (próximo à Galerias Pacífico). Foi a melhor coisa que fizemos! Lá na agência, inclusive, encontramos mais horários disponíveis e preços mais acessíveis do que no site,  além de estarmos certos que, no dia seguinte, o tempo estaria bom. Como já mencionamos, Colonia e chuva não combinam.
Para terem uma ideia de preço, gastamos o total de $2200,00 pesos argentinos / +ou- R$520,00 com as passagem de ida e volta para nós dois. A viagem, tanto de ida quanto de volta, foi pontual e tranquila. Fomos numa sexta-feira pois sábado e domingo são dias de grande concentração de turistas na cidade.
Atenção: É preciso chegar ao terminal de Puerto Madero com uma hora de antecedência para fazer o check-in, passar pela imigração e toda aquela burocracia de uma viagem internacional. Leve seu passaporte / identidade. Compramos passagens para às 08:00 da manhã, retornando às 21:00.


Que moeda levar para Colonia?
Em Colonia, o Peso Argentino é bem aceito. Foi o que levamos conosco e não tivemos grandes problemas. Importante: RARAMENTE aceitam cartão de crédito! É tudo ‘cash’ mesmo. Só mesmo pra a compra dos tickets dos museus que eles exigem pagamento em Pesos Uruguaios. Há, porém, uma casa de câmbio no centro histórico da cidade, caso deseje fazer a troca de moedas.

Um pouco sobre a cidade…
Quando decidimos ir à Colonia, começamos a ler sobre a cidade. Há quem diga que Colonia seja a Paraty uruguaia. Bem, como nunca estivemos realmente em Paraty, preferimos não opinar sobre esta comparação. O que podemos dizer é que,  sim, Colonia del Sacramento é igualmente uma cidade pequena, histórica e com um ar de alegria, todo especial. Nos encantou de cara e super recomendamos!
Colonia foi colonizada por portugueses e espanhóis, que frequentemente brigavam por sua ocupação e domínio. A cidade hoje reflete traços de ambos.
Foi declarada Patrimônio Histórico da Humanidade em 1995 pela UNESCO! Algumas ruas do Bairro Histórico são de pedras. Vá, então, calçando algo mais confortável! Botas de salto alto, meninas?! Não aconselho. Caminhamos bastante por lá. É,  na verdade, um grande passeio ao ar livre. Os cafés e restaurantes não são grandes, mas muito aconchegantes e charmosos, com cardápios oferecendo diversas delícias.
Enfim, vale muito a pena conhecer, galera! 


Ao chegar em Colonia…
Ao chegar, vá andando até o Bairro Histórico. Não há necessidade alguma de pegar um táxi ou transporte público até lá. Siga direto pela rua principal, Odriozola, (logo em frente ao terminal fluvial), e já vai curtindo o caminho, com a natureza e as margens do Rio da Prata de cenário. Vá sem pressa.  Afinal, Colonia e pressa decididamente não combinam em nada! 


Bairro Histórico: Portón de Campo e Bastión de San Miguel.
O bairro histórico é pequeno, com algumas ruas estreitas e curtas, as construções também são pequenas e bem simples. Logo que chegamos, é possível ver o Portón de Campo, que nada mais é que um portão e uma ponte levadiza, construídos pelos colonos portugueses no século 18. Tal construção fazia parte dos muros que protegiam a cidade contra possíveis invasões. Tudo está muito bem conservado e é bonito de se ver. 
Bem ali perto está o Bastión de San Miguel, que é o que restou do grande muro daquela fortaleza. Há canhões lá no alto e é incrível a conservação disso tudo! Se estiver afim, faça como nós e vá até o topo, aprecie a vista do Rio da Prata e aproveite também para tirar algumas fotos.
É uma viagem no tempo, sem dúvida! 

Calle de Los Suspiros / Galería de Los Suspiros
Como havíamos acordado bem cedo naquele dia, por volta das 9:30 já estávamos famintos! Os cafés da cidade, porém, abrem somente a partir das 10:00 e alguns restaurantes só depois das 14:00. Ok! Bora partir pra Calle de Los Suspiros, pertinho de onde estávamos. Como podem ver, nada é muito longe em Colonia. Pra quem é “zerado no espanhol”, “calle” significa RUA. A Calle de Los Suspiros, segundo alguns, leva esse nome por ser a rua onde as prostitutas atendiam aos seus clientes alguns séculos atrás.
Diríamos que não há nada de mais por ali - uma rua curta e estreita, com chão de pedras, bem difícil de andar - se não fosse a galeria de arte que lá existe! Gente!!! Que galeria bonitinha! Por fora, parece apenas uma casa de aparência modesta. Ao entrar, você se depara com cada coisa fofa! Dá vontade de sair comprando de tudo. O nome da galeria?! Fácil! Galería de Los Suspiros. Não paga nada pra entrar e você pode sair fotografando o que quiser. Ah! E não deixem de comprar alguma coisinha pra vocês, nem que seja um mimo...Aceitam pesos argentinos. 
Vejam as fotos:



Café da Manhã no La Bendita
OBA! Dez horas da manhã chegou e logo vimos o Café La Bendita aberto! Foi o café escolhido por nós - já que havíamos lido boas críticas no TripAdvisor. Fica na Manoel Lobo 209, bem próximo ao Portón de Campo. Tirando o episódio da mulher meio exaltada que nos atendeu achando que só íamos usar o banheiro, nossa ida foi bem legal! O café e o chocolate quente estavam bons. Café uruguaio (diferentemente do ‘café-mega-ultra-aguado-argentino’) vale a pena tomar! Pedimos torradas com ‘huevos revueltos y panceta’ (ovos mexidos e bacon), que também estavam deliciosos! O lugar é uma graça - com uma decoração meio retrô - e oferece serviço decente e preços justos. Recomendamos. Ah! Também aceitam pesos argentinos.


Farol de Colonia del Sacramento
A próxima atração, já de pança cheia, foi o Farol de Colonia. Não é preciso nem explicar como se chega. É bem visível! Para subir, pagamos $18,00 Pesos Argentinos (aproximadamente R$4,50). São 118 degraus. Ah… Molezinha pra nós que já subimos os 311 degraus do The Monument em Londres! Rsrsrsrs… Lá de cima, a vista faz a subida valer a pena. Aos pés do farol, encontramos as ruínas do Convento de São Francisco que foi destruído por um incêndio no iniciozinho do século 18. Restou tão pouco da construção que, na boa, nem dá pra imaginar que ali havia um convento! No dia que visitamos, tinha um grupo de arqueólogos trabalhando no local.


Plaza de Armas Manoel Lobo
E como toda cidadezinha, Colonia também tem suas praças. Plaza de Armas fica bem próximo ao farol e à Basílica. A praça faz parte do núcleo histórico da cidade e era originalmente um lugar de comércio, onde produtos e escravos eram vendidos. Em seguida, foi palco de manobras militares. Mais tarde, construíram a residência dos governadores portugueses, destruída pelos espanhóis no final do século 18.
Hoje a praça é uma área bonita, arborizada, com calçadas de paralelepípedos e bancos. Está rodeada por outras construções antigas, destacando-se entre elas, a primeira igreja do Uruguai, a Basílica del Santíssimo Sacramento. Leia mais sobre a basílica no próximo parágrafo.


Basílica del Santíssimo Sacramento
Pois é! Como já foi dito, a Basílica del Santíssimo Sacramento foi o primeiro templo católico do Uruguai. Passou por tantas reconstruções que nem dá para listar aqui. A igreja não tem nada de imponente e esplendoroso, mas tem seu valor histórico e charme. Não deixem de visitar.


As ruas de Colonia
Ao redor da Plaza de Armas, é possível encontrar vários cafés, bares e restaurantes. Nada é grande mas é tudo tão colorido, cheio de vida, que fica até difícil encolher um lugar só para sentar e tomar umas cervas. Há alguns carros antigos estacionados pelas ruas de Colonia, que compõe um visual ainda mais retrô.


A Rambla
“Rambla” é o nome usado pelos uruguaios para designar a avenida que beira um lago, um rio ou o mar. No caso de Colonia, a rambla é a orla / o calçadão do Río de La Plata. Foi tão gostoso caminhar, vendo o rio, os barcos, as árvores,... Ouvir os pássaros… Sentar naqueles bancos de frente pro Rio da Prata, sentir o vento, o sol, apreciar a natureza ao seu redor, jogar conversa fora, namorar,… curtir… Nos fez agora até lembrar o trechinho daquela canção dos Los Hermanos, que diz: “Sereno é quem tem a paz de estar em par com Deus.” Um passeio romântico e agradabilíssimo.
E ao fim do dia, prepare-se para assistir a um lindo pôr do sol, daqueles no estilo Rio-Arpoador!


Bastión del Carmen
Bastión del Carmen é um centro cultural. Fica ao final da rambla, na Calle (Rua) Rivadavia. Não assistimos à nenhuma exposição. Só aproveitamos para entrar e conhecer o local e ver de pertinho a escultura principal na parte externa. Não tivemos que pagar nada por isto. Simplesmente entramos, fomos ao gramado verdinho onde se encontra a tal escultura espiral imensa e deitamos por lá… Não estava muito frio e fazia um dia de sol lindo! Ficamos por ali apreciando a paisagem, tirando um cochilo… Rsrsrsrs… Fotografando…
Havia um grupinho de adolescentes fazendo um picnic e jogando conversa fora. Há também uma grande chaminé no local. Tudo super bem conservado.
 

Lentas Maravillas
Depois das 14:00, partimos do Bastión del Carmen para o restaurante Lentas Maravillas, bem ali pertinho, à Calle (Rua) Santa Rita, 61. Lemos boas críticas do local, vimos fotos e ficamos apaixonados. Era ali que iríamos comer, sem dúvida! O restaurante abre às 14:00 e tem uma fachada simples que pode passar despercebida. Fiquem espertos! O restaurante é pequeno mas tem um jardim num nível mais abaixo, com espreguiçadeiras e mesinhas, e vista pro Rio da Prata. Dois gatinhos ajudam a compor o cenário. A gatinha preta e branca pulou pro colo da Fliess logo que sentamos, e não quis mais sair de lá! Rsrsrs… Sorte que gostamos de bichinhos! Lentas Maravillas tem uma decoração super maneira, retrô, colorida num ambiente muito aconchegante e serviço muito simpático. Pedimos um sanduíche de salmão defumado com alcaparras, queijo brie, mel, chamado La Malcriada. Delicioso!!! Eles servem uma sopinha de batata, alho poró e bacon de entrada - cortesia. De sobremesa, não deixem de experimentar o Redondo de Dulce de Leche. É imperdível! Não é um restaurante baratinho, mas não podemos dizer que os preços são injustos. Não aceitam cartão de crédito. Aceitam pesos uruguaios ou argentinos.


Museus de Colonia
Nosso tour continuou… É muita andança boa, minha gente! Em Colonia, há pequenos museus. Entre eles, o Museu Português, Museu Espanhol, Museu Indígena, Museu do Azulejo, Museu Municipal,... O ingresso para oito museus custa o total de $50 pesos uruguaios (R$ 6,00 - aproximadamente) mas, infelizmente, só pode ser pago com a moeda local e só quatro estavam disponíveis para visitação naquele dia. Os museus que mais nos interessavam estavam fechados. Desistimos, então.  
Maiores informações, acessem o site:

(Museu dos Azulejos)

Pôr do sol no Muelle de Yates e Rambla
Na boa, não deixem a cidade antes do pôr do sol! 
Ao fim da tarde, voltamos a caminhar pela rambla para curtir o famoso pôr do sol de Colonia, que é de arrancar aplausos, embora ninguém o faça. Simplesmente lindo! Nos renderam belas fotos. Thanks, Mother Nature! Fomos até o Muelle (Cais) de Yates, também. 
Fechamos o dia em grande estilo.


Colônia à noite
Não pernoitamos em Colonia, mas foi possível ver um pouquinho da cidade à noite com seus restaurantes e bares iluminados à luz de velas, candelabros e tochas. Rolava música ao vivo em alguns lugares. Mesmo sendo uma sexta-feira à noite, não via “muvuca”.


La Casa de Jorge Páez Vilaró
Teríamos dormido em Colonia, sim! E por um único motivo: queríamos muito conhecer esse restaurante/galeria. Porém, ao tentarmos marcar uma reserva por e-mail, descobrimos que o local estaria de férias durante todo o mês de agosto!!! “Como assim?!” Foi uma mega decepção e confessamos achar estranho que um restaurante tire férias de um mês inteiro numa cidade turística como Colonia. Mas, cá entre nós, até que é bacana saber que existem pessoas não-escravizadas pelo trabalho, por seus negócios. =D
La Casa de Jorge Paez Vilaro é uma galeria e restaurante. O local é pequeno, bonito, com obras de arte do artista uruguaio, já falecido, Jorge Páez Vilaró.
Vai ter que ficar para uma próxima vez, quem sabe...
Maiores informações:

Os bichinhos de Colonia
E para terminar o post, não poderíamos deixar de prestar uma homenagem aos bichinhos fofos que encontramos por lá. Aqui estão eles:


Até a próxima postagem, galera!
Beijo e abraço de 
Fliess & Rossini.