quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ILHA GRANDE: DIA COM TATTOO

Nossa dica de hoje vai para quem está super afim de fazer uma tatuagem bacana em um lugar maravilhoso e, assim, "matar dois coelhos com uma cajadada só"! Geral nos pergunta: "Pra quer ir tão longe para fazer uma tattoo?" A questão é simples: Rossini sempre fez suas tattoos em Abraão. E Fliess ainda não conhecia a Ilha. Match!!! ;)
A foto acima é da nossa "tattoo de casal". Geral também nos pergunta o porquê da frase "Todo dia" com os passarinhos. Bem, é uma (não tão) longa história, mas preferimos deixar por conta da imaginação de cada um... ;)

Como chegar à Ilha Grande?
Existem duas opções marítimas partindo do Rio: (ou se preferir, pode ir de helicóptero!)
1 - Via Mangaratiba: A única barca para a Ilha Grande parte às 8:00 da manhã pontualmente. E só! Perdeu, dançou... Para voltar, a única barca da Ilha para Mangaratiba sai às 17:30. A viagem de barca dura aproximadamente 1 hora e meia.
2 - Via Conceição de Jacareí: Atualmente, é a opção mais rápida e com maior flexibilidade de horário. Saem barcos para a Ilha Grande de hora em hora e a viagem dura aproximadamente 15 minutos. 
Nossa sugestão é um tour de UM dia apenas e inclui um "pacotinho: tattoo + mini tour em Abraão". Porque quem quer conhecer as outras 113 praias da Ilha Grande tem que ficar mais dias, é claro!
O que fazer?
Com uma certa antecedência, ligue para agendar a sua tatuagem. No nosso caso, as tattoos eram pequenas e rápidas de fazer. Gastamos uma hora e meia para acertar os detalhes (letra, tamanho, posição, etc...) e concluir todo o trabalho. Atenção: Esse "pacotinho de um dia" é realmente para quem quer fazer algo mais simples. Uma tattoo "mais trabalhada" requer bem mais tempo.

Aproveite a primeira parte do dia para passear pela Vila do Abraão. Porém, não abuse! E proteja muito bem a sua pele do sol. Você não vai ser louco de querer fazer uma tatuagem sobre um pele toda queimada, vai?! Se besunta de filtro solar/fator 60!

Dicas do que fazer:
* Chegando em Abraão, bem no centro, temos a igrejinha de São Sebastião que foi recentemente reformada. É pequena mas bem bonitinha. Vale a visita.

* Seguindo à direita (de quem olha pra Ilha), vá sempre em frente por um belo caminho arborizado, cheio de eucaliptos e outras árvores, pássaros e borboletas, e com uma exuberante vista pro mar. Você pode conhecer as ruínas do antigo aqueduto que abastecia o também antigo presídio de Lazareto, construído em 1893, a mando de Dom Pedro II. O lugar é bonito e rende boas fotos.


* Mais adiante, encontramos a Praia Preta que tem esse nome justamente por ter a areia mais escura. No entanto, a praia é super limpa, calma e relativamente vazia. As ruínas do antigo presídio de Lazareto estão lá - para quem estiver afim de conhecer. Ah! Leve sua água e lanchinho. As praias da Ilha NÃO têm quiosques

* Volte para Abraão para almoçar. Não faltam opções de restaurantes. Alguns deles têm música ao vivo e mesas debaixo de árvores grandes e sobre a areia. Como estava um "calor do cão", acabamos entrando no primeiro restaurante mais bem ventilado que encontramos! Preço razoável e boa comida. 

* Os animais espalhados pela Ilha são uma atração super cute! :) 

* O Guinho Tattoo Studio fica bem no centro de Abraão, à Rua Bouganville, 8.
O estúdio está aberto TODOS OS DIAS, de 9:00 às 23:00. 
Tels: (21) 99862-5286 e (24) 3361-5291
Site: www.guinhotattoo.com.br
Email: guinho@guinhotattoo.com.br
Facebook: Guinho Tatuagem
  
Até à próxima postagem, pessoal!
Beijos de Fliess & Rossini.




quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CENTRO HISTÓRICO DO RIO



TARDE NUBLADA NO CENTRO HISTÓRICO DO RIO
(Largo da Carioca)
Passamos uma tarde inteira de terça feira neste tour pelo centro da Cidade Maravilhosa. E o melhor de tudo: diversão sem muita ‘gastação’$$$$$ :))

Primeira Parada: CONFEITARIA COLOMBO
Chegamos por volta do meio dia e fomos direto à Confeitaria Colombo (à Rua Gonçalves Dias, 32) para um pequeno lanche nesse lugar pra lá de charmoso no coração do Rio de Janeiro.
Para a nossa surpresa, eis que o garçom aparece com lacres de plástico, se oferecendo para atar nossa bolsa e mochila à cadeira. Intrigados, perguntamos o porquê. Ele nos explicou que era uma medida de prevenção contra roubos que estão sendo muito frequentes no local. Que vergonha!!!! Fiquem de olho, pessoal! Ele acabou também confessando que tem muita gente dando calote, saindo sem pagar! Nossa... mais vergonha ainda! Onde vamos parar???
Tirando essa parte desagradável, a ida à Colombo é sempre uma excelente pedida! A confeitaria, além de tradicional por toda sua história, é lindíssima e nos oferece um ambiente 'elegante-sem frescura'. O cardápio é variado e com sugestões deliciosas. Pedimos um pastel de camarão, suco e um café expresso.
 
PARADA #2: CONVENTO DE SANTO ANTÔNIO + CENTRO CULTURAL SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA
Da Colombo, partimos para o Largo da Carioca. Lá no alto, encontramos a igrejinha do Convento de Santo Antônio. No final da Missa, um frei muito alegre e simpático nos aspergiu com água benta, na verdade, foi quase um “lava a jato de bençãos”!!! Rsrsrsrs... E foram distribuídos os pãezinhos de Santo Antônio que, segundo a crendice, devem ser guardados na geladeira para que nunca falte comida no seu lar. Bem, enquanto todos guardavam seus pães nas bolsas para levar pra casa, Fliess & Rossini devoraram os seus ali mesmo: “Para que nunca falta comida na nossa pança. Amém!” ;)
Ao lado da igrejinha, temos o Centro Cultural São Francisco da Penitência onde encontramos uma igreja toda trabalhada no ouro (de deixar qualquer um de boca aberta!!!) 'Ordem Terceira de São Francisco da Penitência' (de 1657); a Capela da Conceição e o pequeno Museu de Arte Sacra. Junto com a igreja do Mosteiro de São Bento, a igreja de São Francisco da Penitência é o principal mostruário de arte barroca do Rio.
Entrada à R$ 5,00 (cash!)

Parada #3: ALERJ
Seguimos para a Alerj (Assembléia Legislativa do RJ) na Rua Primeiro de Março para a exposição “Amanhecer no Rio de Janeiro” do Thiago Lontra (fotógrafo do Jornal O Globo). A exposição conta com belíssimas fotos do alvorecer na cidade que foram, anteriormente, publicadas no site do jornal.
Achamos a exposição muito pequena. Esperávamos ver mais fotos. Ficamos com um gostinho de "quero mais"... L
Na saída, nos ofereceram uma visita guiada de 20 minutos pelo prédio da Alerj (que também é muito bonito). Até achamos que poderia ser interessante mas deixamos para uma outra vez.
Entrada: FRANCA (Tanto para a exposição quanto para a visitação guiada). 

Parada #4: IGREJA N. SRA. DA LAPA DOS MERCADORES
No caminho para a Candelária, entramos em uma outra igrejinha, a Nossa Sra. da Lapa dos Mercadores. Bem pequena, acolhedora e com uma bela arquitetura... Vale a pena dar um conferida! Aproveita e faz mais uma oração... Rezar nunca é demais!

Parada #5: CANDELÁRIA
Quem não conhece a Candelária? Muitos cariocas só conhecem essa famosa igreja só de passar por ela. Mas muitos nunca entraram – o que é uma pena... Na opinião de Rossini, é a igreja mais bela do centro do Rio. Então, pessoal, da próxima vez que estiverem lá por perto, não deixem de visitar. Vão ficar encantados.

Parada #6: MIRONGA – COZINHA URBANA
Passava um pouco das 16:00, quando a caminho da Praça Mauá, resolvemos almoçar no Mironga (Av. Rio Branco 19). Esse restaurante já foi dica em outro post aqui. Como o já estavam próximo de fechar, os garçons pareciam um pouco ‘apressados’. Ainda assim, o serviço foi decente e a comida estava ótima. Dessa vez, pedimos um dos pratos do dia: Bobó de shiitake com palmito, arroz integral e mix de folhas. #ficaadica
 
Parada #7: MAR – MUSEU DE ARTE DO RIO
Fechamos o dia com o Museu de Arte do Rio na Praça Mauá. Como era uma terça-feira, a entrada era FRANCA! Obaaa!!!! Vimos as seguintes exposições:
·         *Rio Setecentista, quando o Rio virou capital
·         *Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940-1960) (Essa foi a que mais gostamos).
·        *Evandro Teixeira: a constituição do mundo
·         *Fernando Lindote: Trair Macunaíma e Avacalhar o Papagaio
Do terraço, no sexto andar, temos uma vista maravilhosa da nova Praça Mauá, que nos renderam boas fotos. 
Na saída do MAR, fomos dar uma volta pela Praça Mauá e “namorarmos” o Museu do Amanhã com sua arquitetura diferente e futurística. Estamos torcendo para que seja logo inaugurado. Nos disseram que será no dia 19 de dezembro. Ou seja, menos de duas semanas! Tomara! Vamos aguardar...

That’s all, folks! A gente se vê num próximo post!
Beijos de Fliess & Rossini :*

domingo, 22 de novembro de 2015

CAMBRIDGE - UM DIA, DEZ DICAS!


(Todas as fotos deste post foram tiradas por Rossini ou Fliess)
A postagem de hoje vai para quem, de repente, está em Londres e quer conhecer uma outra cidade próxima. Temos boas opções ao redor da capital inglesa, com cidades menores, menos urbanas, no estilo mais countryside, porém igualmente charmosas.  As cidades universitárias acabam sendo as favoritas de muita gente, pois além do fácil acesso, são pequenas e é possível fazer muitas coisas por lá em um dia apenas. Como Vanda já conhecia Oxford, acabamos escolhendo Cambridge. Realmente, imperdível! Então, vamos logo começar as dicas.

#1 – Como ir de Londres a Cambridge?
A viagem pode ser feita de ônibus ou trem. Preferimos a última opção. Os trens diretos são bem mais rápidos do que as viagens de ônibus. Você pode partir das estações King Cross ou Liverpool Street. Dê preferência aos tickets OFF PEAK (horário entre 9:30 às 16:00).  São mais baratos. O nossos, por exemplo, custaram 15 libras, cada (ida e volta). A viagem de trem, além de mais rápida, é super confortável e oferece paisagens incríveis. Atenção, amigo brasileiro querido, não se atrase! Se seu trem estiver marcado para sair às 9:47, por exemplo, não tente embarcar às 9:48 – ele já terá partido! Pontualidade britânica NÃO é lenda.

#2 – Chegando em Cambridge...
Da estação principal de Cambridge, caminhe até o centro da cidade. São aproximadamente de 15 à 20 minutos. Prepare-se, pois ‘caminhar’ é o que você fará bastante nesse passeio. Você reconhecerá que está no centro de Cambridge quando der de cara com a imponente e maravilhosa King’s College.
(King's College)
#3 – Punting on River Cam.
Que tal começar o dia com um tour pelo rio Cam? Logo ali no centro, é possível encontrar várias “cooperativas” querendo te vender o tal passeio de barco. Na verdade, não exatamente um barco, mas algo que parece muito com uma gôndola – menos sofisticada do que as de Veneza – que cabem umas oito à doze pessoas, aproximadamente. Os preços variam. Pagamos algo em torno de 10 Libras, cada. Tentem barganhar. O italiano que nos vendeu os tickets nos deu um desconto de estudante. Punting significa ‘a técnica de impulsionar o barco com uma vara que alcança o fundo do rio’. Se você for mais jovem e tiver espírito mais aventureiro, pode dispensar o condutor e fazer “todo o trabalho sujo”. Aliás, nos divertimos horrores depois vendo os adolescentes tentando conduzir seus barcos e fazendo altas “barbeiragens”. Acho que não precisa nem dizer qual foi a nossa opção. Rsrsrsrs... O condutor que estava conosco era dos bons: bem-humorado e sabia muito sobre a história local, sobre as pontes, as faculdades e tudo mais.  O passeio é belíssimo e vale a pena! Recomendamos.
(Punting...)
(The Bridge of Sighs)
#4 – Stazione Italian Restaurant.
Depois do passeio de “gôndola genérica” que durou aproximadamente 45 minutos, estávamos famintos. O que não falta é lugar para comer no centro de Cambridge. A variedade é imensa!  Fomos de massa: um espaguete à carbonara para Vanda e um espaguete com frutos do mar para o Rossini. Ambos de lamber os beiços. De sobremesa, pedimos brownie com sorvete. Afinal, gorduxos de carteirinha não viajam para comer salada e peixe grelhado!!! Não é, gente?! Rsrsrsrs... :))

#5 – O ‘Corpus Clock’ da Corpus Christ College. 
O “Corpus Clock” é um relógio de parede totalmente diferente. Criado pelo horologista (por favor, não confundam com “urologista” rsrsrs...) John Taylor, o mesmo custou a “bacatela” de um milhão de LIBRAS ESTERLINAS. Detalhe: essa grana toda saiu do bolso do próprio. Foi inaugurado pelo físico Stephen Hawking em 2008. Nesta época, foi eleito pela Time a melhor invenção do ano. Você pode encontrá-lo na Corpus Christ College, exatamente na esquina da Bene't Street com a Trumpington. O relógio é, nada mais nada menos, que um disco de um metro e meio de diâmetro, todo em ouro de 24 quilates, com pequenos talhos que ascendem para marcar o tempo. Não possui ponteiros, nem números. Tem um gafanhoto gigante pousado no topo, chamado Chronophage - que em Grego quer dizer “comedor de tempo”.
Vocês não podem perder!
Se estiverem afim de saber como a engenhoca toda funciona, vejam o vídeo abaixo:

(Corpus Clock)
#6 – Pembroke College
Cambridge, como já mencionamos anteriormente, é uma cidade universitária. O que mais encontramos por lá são faculdades belíssimas construídas nos séculos XIV e XV, com seus jardins lindos e suas capelas maravilhosamente arquitetadas. Andar por essa cidadezinha é muito gostoso. Descobríamos lugares fascinantes, assim por acaso... Puro deleite! Numa dessas andanças, encontramos a Pembroke College (fundada em 1347 – quando só havia índio no Brasil e nem mesmo várias gerações antes do Cabral haviam nascido!!!). Entramos... Wow!!! Ficamos deslumbrados e fizemos algumas fotos. Querem ver?

(Pembroke College)
#7 – The Fitzwilliam Museum
Como vocês também já sabem, adoramos um museu. Então, não podíamos deixar de ir a um em Cambridge. O Fitzwilliam, com estilo arquitetônico neogótico, foi fundado em 1848 e é o museu de arte e antiguidades da Universidade de Cambridge. Não é um museu grande. Vocês não gastarão tanto tempo lá dentro. Seu interior é muito bonito e o acervo, também. A entrada é franca.
Está localizado à Trumpington Street. NÃO abre às segundas-feiras.

(The Fitzwilliam Museum)
#8 – The Queen’s College
Nem todas as faculdades estão abertas ao público. Em algumas, a entrada é cobrada. Escolhemos conhecer a Queen’s College com sua famosa “Ponte Matemática” (Mathematical Bridge) com mais de 250 anos. A Queen’s College foi fundada no século XV e é lindíssima. Sua capela e jardins são igualmente belos. A propósito, quando entramos na capela, a encontramos totalmente vazia na parte de baixo. Contudo, logo ouvimos uma música que vinha do órgão que fica na parte de cima (vide fotos) e algumas vozes que entoavam um tipo de canto gregoriano. Eram uns rapazes ensaiando. Foi uma sensação única, no mais puro estilo "estou no Céu".
A visita é uma excelente pedida e nos garantiu boas fotos. Esperamos que vocês gostem de todas que vamos postar aqui.
*Entrada por 3 Libras.
(Mathematical Bridge)
(Queens' College)
#9 – The Anchor (Pub)
E se você, como nós, é fã do Pink Floyd e curte uma cerva, aí vai uma boa dica: Que tal umas pints no Pub “The Anchor” antes de voltar pra casa? Fica na Silver Street, bem próximo à Queens’ College. O pub conta com uma vista para o rio Cam, de onde é possível ver gente indo e vindo nas “gôndolas” do punting. O Syd Barret da banda de rock britânica Pink Floyd era frequentador do bar nos anos 60 e dizem que era possível vê-los se apresentando no The Anchor com certa regularidade. Legal, né?
(The Anchor Pub)
#10 – Our Lady and The English Martys
No fim do dia, a caminho da estação para voltarmos a Londres, encontramos uma igreja chamada ‘Our Lady & The English Martys’. Fomos dar uma conferida. E nada como terminar esse tour por Cambridge com uma visita à um templo. Aproveitamos para fotografar e agradecer a Deus por essa maravilha que é estarmos lado a lado, conhecendo lugares que vão nos deixar saudade e vontade de voltar, tirando mil fotos, saboreando aventuras que nos inspiram a escrever um blog de viagem! Como a gente costuma dizer: “E mesmo que no final, ninguém leia, who cares??? O mais importante foi que vivemos tudo isso tudo JUNTOS!”
(Our Lady and The English Martys)

Ah! Em breve, uma postagem com dicas para
CINCO DIAS EM LISBOA

domingo, 25 de outubro de 2015

São Paulo: CARIOCAS EM SAMPA - ALGUMA COISA ACONTECE NO MEU CORAÇÃO...



(Todas as fotos deste post foram tiradas por Fliess ou Rossini)
Olá, pessoal! :))
A nossa terceira postagem NÃO é para quem vai a São Paulo pela primeira vez mas sim para quem, como nós, já esteve lá antes, porém, sempre que volta, se pergunta: “E o que posso fazer desta vez?” Falando em Sampa, vocês sabiam que os paulistanos não chamam a cidade de “Sampa”?! Isso é coisa de quem não é local. Temos família que mora em São Paulo há 8 anos e sempre que vamos visitá-los, aproveitamos para pensar em algo diferente para fazer nesta cidade, onde o que não faltam são opções sensacionais. Aqui não tem rivalidade boba! Só não nos ofereçam uma bolacha pois só gostamos de biXcoito! Rsrsrsrsrs... Bem, as dicas serão para três dias. Ah, mas se você está de dieta, aguarde uma próxima postagem porque esta aqui, ô meu, inclui comilança da boa!!!

Dia 1:
# Beco do Batman.
O Beco do Batman é famoso por ser uma galeria de grafite a céu aberto em vielas do bairro de Vila Madalena. Trata-se de desenhos coloridos, arte de rua com influência cubista e psicodélica. Dizem que as paredes do local são muito disputadas entre os artistas grafiteiros. As pinturas são constantemente renovadas. É possível encontrar uma arte nova a cada visita. Então, é isso aí: um ponto turístico diferente, “0800” e que vale conferir.
Endereço: Rua Gonçalo Afonso e Rua Medeiros de Albuquerque – Vila Madalena.
Estação de metrô mais próxima: Sumaré (Linha Verde)
  
# Av Paulista / Conjunto Nacional / Livraria Cultura / Café Viena
Da Vila Madalena, pegamos o metrô e partiu Avenida Paulista, um dos nossos lugares favoritos. Claro que sempre que vamos à Sampa, passeamos por esta avenida imensa, intensa, com suas torres de telecomunicação iluminadas no alto dos prédios, repleta de carros e gente indo e vindo, num movimento frenético e incansável. São bancos, empresas, hotéis, hospitais, museus, bares, restaurantes, e tantas outras coisas que fazem da Paulista um grande e importante centro financeiro, cultural e de entretenimento. 
Fomos até ao Conjunto Nacional, no número 2073, para matar a saudade da nossa livraria paulistana favorita, a Livraria Cultura. Da última vez, Antonio comprou para Vanda “O Paraíso São os Outros” de Valter Hugo Mãe. Desta vez, compramos um livro para a nossa afilhada, Ana Júlia (aka Jujuba) que nos acompanhava. E como não poderia faltar, fomos corajosamente disputar uma mesa no café da livraria, o Viena. Jujuba foi logo pedindo uma coxinha com suco de melancia. O casal viajante, que vos escreve, escolheu um expresso para acompanhar uma fatia de torta de chocolate meio amargo. Momento paulistano literário e delicioso...
Estação de metrô mais próxima: Paulista (Linha Amarela) ou Consolação (Linha Verde).

# CEAGESP / Festival de Pescado & Frutos do Mar
Fechando o dia, fomos jantar no ‘Espaço Festivais Gastronômicos Ceagesp’ na Vila Leopoldina para um festival de pescado e frutos do mar que acontece até 6 de dezembro. Lá você se serve à vontade por R$63,00 (bebidas e sobremesas à parte). O cardápio conta com mais de 30 opções de pratos deliciosos feitos com peixe e frutos do mar. Tem até comida japonesa, para quem gosta. O atendimento? Dos melhores! Logo de entrada, temos uma autêntica e simpática baiana nos servindo casquinha de siri e um mini acarajé dos deuses, segundo Rossini, “the best acarajé ever!”. Tem também caldinhos de sururu... Huuuuummmm... Muito bom! Nos esbaldamos com aqueles camarões gigantes assados e uma paella indescritivelmente gostosa servida num tacho de 1,20 m de diâmetro.
Endereço: Avenida Doutor Gastão Vidigal, 1946 - Portão 4 - Vila Leopoldina
Domingos das 11:30 às 17:00 / Quartas e Quintas das 18:00 às 00:00 
/ Sextas e Sábados das 18:00 às 01:00


Dia 2:

# Estação da Luz / Museu da Língua Portuguesa
Pegamos o metrô e descemos na famosa Estação da Luz. A arquitetura desta estação ferroviária já é uma atração turística à parte. Para gente que curte fotografia, vale a pena! Pode rolar belas fotos. Logo ali do lado, temos o Museu da Língua Portuguesa. Imperdível para todo amante da língua mãe, da “palavra”, da comunicação, de prosa e poesia... Três andares de arte, criatividade e curiosidades a respeito desse nosso idioma fascinante! 
A entrada do museu não é cara, custa R$ 6,00 (meia, R$ 3,00). 
Funcionamento de terça à domingo, de 10:00 às 18:00 (mas a bilheteria fecha às 17:00). 

# Pinacoteca do Estado de São Paulo
Bem em frente à entrada do Museu, que fica ao lado da Estação da Luz, temos a Pinacoteca de São Paulo. Partimos para lá. Demos sorte, a entrada era franca até dia 18 de outubro. Depois disso, sai por R$ 6,00 (meia, R$ 3,00) e grátis aos sábados. Vimos exposições como “A Vida das Carrancas” e outra linda, “Paisagem na Arte – 1690/1998 – Artistas Britânicos na Coleção da Tate” (de Londres). 

# Rodízio de pizza e petiscos no Shopping Butantã
Ao fim do dia, quando voltávamos para casa, resolvemos dar uma paradinha no Shopping Butantã (que fica em algum lugar entre Butantã, Vila Sônia e Morumbi...). Estávamos todos morrendo de fome. Decidimos, então, comer um rodízio de pizza e petiscos no Restaurante Poncho Verde. Estava muito bom e com preço accessível.

Dia 3:

# Casa Mathilde – Doçaria Tradicional Portuguesa.
Começamos nosso terceiro dia muito bem, obrigada! Se você é como nós e ama os pastéis de nata portugueses e todas as demais guloseimas da Terrinha, aqui é parada certa! Ambiente bonito, super bem decorado, atendimento de primeira, e os melhores pastéis de nata que já comemos por aqui - só perdendo mesmo para os tradicionais pastéis de Belém ao lado do Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa. Ah! Em breve, roteiro e dicas para Lisboa, não percam! E, finalmente, para matar as saudades da Terrinha na Terra da Garoa, pedimos um expresso e pastéis de nata.
Endereço: Praça Antonio Prado, 76. / Estação de metrô mais próxima: São Bento.

# CCBB de São Paulo.
No caminho para o Mercado Municipal, paramos no Centro Cultural Branco do Brasil, que como o do Rio, também tem uma arquitetura belíssima. Já que a fila para a Exposição ComCiência da artista australiana Patrícia Piccinini era gigante, decidimos apenas entrar e apreciar algumas das obras da exposição que estavam disponíveis no saguão de entrada – o que já valeu muito a pena. 
Gostaríamos, no entanto, de ter tido tempo para ver tudo na íntegra.
Endereço: R. Álvares Penteado, 112.
  
# Mercado Municipal de São Paulo
Continuamos caminhando pelo centro paulistano. Nosso próximo destino, o Mercado Municipal. Aquilo lá é um paraíso (ou inferno?) gastronômico com seus pastéis deliciosamente recheados (e bota recheado nisso!!!), sanduíches de mortadela, queijos de todos os tipos, salames, presuntos, frutas de todas as cores e sabores (algumas que nunca provei, como a pitaya amarela por exemplo), vinhos, cervejas, petiscos, churrascos,... Um deus nos acuda! Nosso pedido: um big pastel de camarão com queijo e uma cerva geladíssima para acompanhar. Levamos queijos e vinhos para fazermos “uma festinha” à noite em casa. Não podemos deixar de mencionar a bela arquitetura do Mercado. Visita obrigatória para todos os turistas brasileiros e estrangeiros.

# Mosteiro de São Bento de São Paulo.
Do Mercado, fizemos todo o trajeto de volta pro Largo de São Bento, já que a igreja do mosteiro só abre às 16:00 para visitação. A igreja é belíssima mas é proibido fotografar - o que teria sido uma pena se não fosse a 'discreta e singela' cara de pau do Antonio que conseguiu fotos lindas. Então, finjam que vocês não sabem de absolutamente nada e apreciem as fotos. Mas não pensem vocês que só ficamos na ilegalidade. Aproveitamos para rezar, agradecer pelo nosso amor, pela nossa vida e pela vida de todos. Pedimos também a Deus que  a gente continue curtindo a vida bem juntinhos, conhecendo sempre lugares novos e fotografando tudo para depois postar no “O Blog de Nós 2”. Amém!


# kød Steakhouse em Pinheiros.
E para fechar com chave de ouro, vamos deixar aqui uma outra dica deliciosa: conhecer a Kød Steakhouse que fica à Rua Simão Álvares, 49, em Pinheiros. Gente, é muito bom!!! Lugar ideal para quem busca boa comida e bons drinks em um ambiente descontraído.
Pedimos Choripán de entrada, uma linguiça artesanal fatiada, chimichurri e uns mini pães Árabes. (De comer rezando!!!). Pena que esquecemos de fotografar... Depois pedimos um burger cuidadosamente gourmetizado. Escolhemos o Chuck - carne de hambúrguer suculenta, com gorgonzola, maionese de harissa, bacon crocante, cogumelos no shoyo e cebola tostada no Jack. (Um escândalo de gostoso!!!) - E fritas com tempero hot chilli.
E pra meter o pé na jaca por completo, pedimos o Blackout de sobremesa: bolinho de chocolate meio amargo, sem farinha, com calda de chocolate e menta e crocante de nozes. (Bom demais...).
Vale muito a pena conferir o kød Steakhouse em Pinheiros quando estiverem em Sampa.
Atendimento nota 10 e o Chef (Bruno Alves) também é muito legal!!!!
Fechado aos domingos.






Até o próximo post, meu povo!